Rua 1013, nº 467 - St. Pedro Ludovico
Goiânia-GO / Brasil
Tel.: (62) 3241 8447

terça-feira, 15 de março de 2011

Galhofada 2011

Dias: 20, 21 e 22 de maio de 2011

Oficinas confirmadas até o momento:
            - Tecido (Júlio)
            - Técnicas circenses (Circo Laheto)
            - Origami e pintura de rosto (Eva)
            - AGAV – pintura (Vânia Ferro)
            - Rodrigos – Of. Corpo
            - Mímica (Corpo Ritual) – Pablo e Nando

Espetáculos confirmados:
            - Sapequinha
            - Larysse
            - Oops! – Conta um Conto que eu te Encanto
            - Dúplice espetáculo
            - Nômades – adaptação
            - Arte e Fogo – Quintanando
            - Trip Trapo – Contação de histórias
            - Pés Nus – variado
            - Favelhaço – HipHop
            - PlenLuno – Os Artistas Saltimbancos
            - Bastet – Eu, Tu, Ele
            - Improvisório
            - Mov. Artistas de Rua – Só Querer Fazer – malabares de rua
            - Grupo Contemporâneo de Dança – Luciana Caetano
            - Grupo Solo de Dança – Luciana Caetano
            - Novo Ato – Príncipe Feliz
            - Samuel Baldani – Fund. Jaime Câmara – Romeu e Julieta
            - Fund.Jaime Câmara – Rodrigo/Giovanna – Cortejo
            - Corpo Ritual
            - Ciranda das Artes – “Cozinha Goiana”– Nando
            - Teatro que Roda – Macunaíma
            - TonZêra e banda
            - Charanga Jazz
            - Passarinhos do Cerrado
            - Elinho do Rock
            - Arte e Fatos
            - Zyza Glaybe – Dança contemporânea

Outros grupos que confirmaram apoio: Baú Produções, Reinação, Trapaça, Coletivo Centopéia,  Zabriskie, Poesia que Gira, entre outros.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Fé Menina ao vivo

Canções de Milton Nascimento, Djavan, Chico Buarque e Roberto Carlos, além de algumas músicas do terceiro CD, “Jogo de Cintura”, pronto pra ser lançado, compõem o show que o grupo Fé Menina apresenta na Oficina Cultural Geppetto neste sábado, 12/3, às 22 h. O trio, formado por Bia Tavares, Gilka Martins e Mônica Maranhão, será acompanhado pelo violonista Dimar Viana.
Recentemente o Fé Menina encerrou a turnê com o disco “Amélia”, gravado com incentivo cultural da Funarte, através do Projeto Pixinguinha, e que incluiu shows de lançamento em várias cidades do Estado de Goiás. Também tem participações em diversos projetos culturais do Estado, como FICA, Canto da Primavera, Vozes de Goiás (Sesc), Goiânia Canto de Ouro, entre outros.

Serviço
Apresentação:              Fé Menina
Data:                                   12 de março de 2011 – sábado
Horário:                            20 h (serviço) / 22 h (show)
Local:                                  Oficina Cultural Geppetto - Rua 1013, n° 467, S. Pedro Ludovico
Contribuição:                  R$ 25,00 adultos e R$ 10,00 crianças até 12 anos
                                               Inclui pizza, suco, refrigerante e a apresentação
Informações:                  3241 8447

quarta-feira, 9 de março de 2011

Fred Praxedes faz homenagem às mulheres


O pianista, compositor e cantor Fred Praxedes se apresenta na Oficina
Cultural Geppetto nesta sexta-feira, 11 de março, fazendo um pocket-show em homenagem ao "Dia Internacional da Mulher". O espetáculo tem início às 22 h, mas a partir das 20 h a casa já estará aberta servindo pizza e refrigerante ao público. Fred Praxedes (piano e voz) e Henry (percussão) vão apresentar um repertório baseado em canções com nomes de mulher. Entre elas: A Rita, Beatriz e Carolina, de Chico Buarque; Aparecida, Dinorah e Madalena, de Ivan Lins; Ângela, Dindi, Lígia e Luíza, de Tom Jobim; Maria, Maria, de Milton Nascimento; Luana, de Fred Praxedes, entre outras.

História do músico
Aos 13 anos de idade Fred Praxedes adquiriu seu primeiro instrumento, e com apenas três meses de atividade participou do FICO (Festival Interno do Colégio Objetivo) com a música Clip Fantasma, que ficou entre as 10 finalistas. Aos 18, iniciou seus estudos musicais (piano, violino e fagote) no Centro Cultural Gustav Ritter, onde começou a organizar pequenos recitais, apresentando ao público suas primeiras composições. Nesta mesma época Fred juntou-se ao baterista Xocolate, integrando a banda Albatroz (show-baile), que posteriormente se tornou a banda de apoio da dupla “Zezé Di Camargo e Luciano”, no início da carreira deles.  Ainda aos 19 anos partiu em busca de aperfeiçoamento musical, participando de eventos tais como: Festival de Inverno de Tatuí e Campos de Jordão (SP); Festival de Londrina (PR);  Curso de Verão do CIGAM (RJ); CIVEBRA (DF), entre outros. Estudou com o renomado professor Marcus Fontenelle e participou de workshops ministrados por Clif Korman, Ian Guest, Luis Chaffin e Toninho Horta.
Também foi co-fundador das bandas “Balança Coração” e “Guetsu”, sendo que esta teve grande importância no cenário musical goiano por representar a região Centro-Oeste no projeto ”O Novo Som do Brasil”, do Jornal Hoje (Rede Globo), quando concorreu com mais de 80 bandas brasileiras.
Hoje, com quase 20 anos de atividade, Fred Praxedes contabiliza inúmeras participações em apresentações de vários artistas goianos, entre eles: Marcelo Barra, Maria Eugênia, Pádua, Bruno e Marrone e outros, além de ter sido convidado pelo guitarrista Junior Marvin (ex Bob Marley and The Waillers) para integrar-se ao movimento Jamaica/Brasil, trabalhando juntos por 18 meses.
Atualmente vem se dedicando a divulgação do primeiro CD, Fred Praxedes, onde assina a produção, composições e arranjos, contando neste trabalho com a participação de artistas conhecidos no meio regional, tais como Franco Levinne, Grace Venturini, Miriam Thereza, Claudia Vieira, Maíra, Fabiano Lin e Débora di Sá.

Serviço
Show:                          Fred Praxedes
Data:                           11 de março de 2011 – sexta-feira
Horário:                      20 h (serviço) e 22 horas (apresentação)
Local:                          Oficina Cultural Geppetto - Rua 1013, n° 467, S. Pedro Ludovico
Contribuição:               R$ 25,00 adultos e R$ 10,00 crianças até 12 anos
                                   Inclui pizza, suco, refrigerante e a apresentação
Informações:               3241 8447


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Teatro da Marca Branca apresenta Origamis Ocidentais

Nesta quinta-feira, 3 de março, o público goianiense terá a oportunidade de conhecer o trabalho da atriz portuguesa Teresa Alpendurada, do grupo Teatro da Marca Branca. Ela apresentará na Oficina Cultural Geppetto seu espetáculo solo “Origamis Ocidentais”. Além da apresentação artística o público poderá degustar uma rodada de caldos, sucos e refrigerantes, que, nesta noite, excepcionalmente, substituirá a tradicional pizza da Geppetto. A partir das 19h já será servido o caldo e às 20h30, a apresentação teatral. O valor da contribuição é R$ 15,00 por pessoa, incluindo o espetáculo e a parte gastronômica.
O monólogo, concebido por Nuno Preto e Ricardo Alves, tem como referência o origami, técnica japonesa de trabalhar o papel levando à criação de formas diversas. O texto de apresentação do espetáculo dá o tom: "Nascemos folha branca, ou de cores, e vamos sendo dobrados e redobrados até adquirirmos a nossa forma final. Final em cada momento, sempre transitória. Mais do que o que comemos, somos aquilo que sabemos, o que aprendemos".

Serviço
Grupo: Teatro Marca Branca
Espetáculo: Origamis Ocidentais
Local: Oficina Cultural Geppetto - Rua 1013, n° 467, S. Pedro Ludovico - Goiânia
Horário: 19h (serviço) e 20h30 (apresentação)
Contribuição: R$ 15,00 (inclui caldos, refrigerante e suco, além da apresentação)
Informações: 3241 8447

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O laboratório colaborativo de Dúplice


Os atores e dançarinos Rodrigo Cruz e Rodrigo Cunha apresentaram Dúplice na Oficina Cultural Geppetto no dia12/2, sábado. O espetáculo envolve muito ritmo musical (beat-box, percussão vocal) e também no enredo, com um processo sucessivo de conflitos entre dois indivíduos.
Casa cheia e ótima participação do público. Sem dúvida o ano começou muito bem na Geppetto.





Fotos de Bernd Marold

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Música instrumental com o Quinteto Gagliardi

Fotos de Bernd Marold

 
Quinteto Gagliardi

O Quinteto Gagliardi, um grupo musical em que se destacam os instrumentos de sopro e percussão, se apresentou na Geppetto no dia 11 de fevereiro, sexta-feira. Durante a pizzada foram projetadas fotos de Layza Vaconcelos sobre um projeto de apresentações em feiras públicas da trupe do Sapequinha – Asas do Picadeiro. A trupe, também presente, acompanhou a apresentação do Quinteto Gagliardi.


Slideshow de Layza Vasconcelos






terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dúplice na Geppetto

a cena bruta, a lida, a luta
a dúvida sutil, conflito
sons, silêncio. movimentos, pausa
ininterruptamente, um e outro
dois únicos
duo e duelo. dúplice


“Dúplice” é um espetáculo que surgiu a partir de um processo criativo, num formato de laboratório colaborativo, dentro do qual os dois intérpretes-criadores estiveram submersos em experiências corporais, sonoras e cênicas que envolveram linguagens da dança contemporânea, do teatro-físico, clown e pantomima, bem como da percussão vocal. Paralelamente, diálogos e reflexões acerca da condição e atitudes humanas perante a sociedade, afunilando para o comportamento do artista cênico, o artista de palco. Assim, pequenas questões-temas foram aparecendo - disputa, convenção, fragilidade, duplicidade de caráter, comportamentos políticos, a lida do artista – e incorporando-se às sessões de improviso.
 Não era objetivo seguir, mesclar, encontrar, muito menos criar algum método ou estilo em específico e sim, experimentar - no sentido de explorar e descobrir - e ‘experenciar’ - no sentido de trocar experiências, tantos as corporais/vocais como também as que envolvem os desafios e vontades, os princípios e limitações de cada artista. As direções  apontadas eram tanto aquelas que já nos eram familiares e repetitivas como também  as que desconhecíamos absolutamente, dando oportunidade ao  absurdo e ao grotesco. A princípio, não era objetivo alcançar resultados. O que pretendíamos era desenvolver um corpo cênico capaz de se sustentar sozinho, minimizando ou extinguindo completamente qualquer recurso que não fosse tão somente o próprio corpo com suas habilidades e limitações, com seus anseios e insuficiências, buscando um corpo persuasivo que pudesse demonstrar vigor e sutileza em qualquer ação, som, gesto ou movimento.  Havia tempo suficiente para pesquisar. Desta forma, gradativamente, a partir das ações improvisadas e espontâneas foram aparecendo e se repetindo algumas estruturas cênicas, coreográficas e sonoras. Associações com as questões-temas foram se fortalecendo a partir daquilo que de início eram apenas anotações e vislumbres imagéticos. Destas associações surgiram reflexões mais aprofundadas e destas reflexões, um primeiro roteiro que marca o início de uma nova fase que pedia maior clareza e aperfeiçoamento acerca do que (e como) estávamos fazendo e sobre o que estávamos falando. Neste momento alguns outros artistas, reconhecidos como colaboradores, foram convidados a participar lançando olhares e perspectivas sobre o espetáculo, contribuindo desta forma, com novos desafios e possibilidades dentro da estrutura que vinha se formando. Desde sua estréia o espetáculo tem passado por transformações, sendo  aprimorado em seus detalhes,  tornando-o cada vez mais claro em seu enredo e com melhor nível técnico. Dizer que se baseia nesse ou naquele artista seria uma meia verdade, contudo nos serviu de inspiração, entre outras referências, o “Teatro Pobre” de Grotowski, a “Rítmica” de Dalcroze, a obra literária e cinematográfica “Clube da Luta” e o universo dos desenhos animados.

 Serviu-nos de ‘combustível emocional’ a dupla indignação que sentimos enquanto brasileiros que não sabem como reivindicar por processos políticos mais honestos. Dupla porque há a indignação que sentimos por nossos governantes e a indignação gerada pela ausência das ações as quais deveríamos nos submeter para propor qualquer mudança nesse quadro. Também não deixa de ser uma alusão às infindáveis ‘duplas’ que brotam em nossa cidade que se sustentam sobre o título de ‘sertaneja’, mas que, em verdade, são cantores de uma música pop fácil e rasa – quando não de caráter chulo – em seu conteúdo, muito distante de qualquer realidade sertaneja, dito aqui de passagem.
Por outro ângulo, “dúplice” pode ser observado pela qualidade rítmica que lhe é conferida, tanto em seu aspecto sonoro-musical – desenvolvido ao vivo pelos próprios intérpretes, aludindo ao beat-box e a percussão vocal – bem como pelo próprio enredo linear (ou ainda, circular) que se desenrola como num processo sucessivo e ascendente de conflitos entre dois seres humanos. Ou seria apenas um com sua duplicidade própria? Com parco aparato tecnológico, a trama se desvela sustentada pela cumplicidade e o diálogo corporal num jogo físico, rítmico, cênico e sonoro. Desta forma, chegamos a – ou partimos de – uma “cena bruta” que é a própria lida do artista, a sua luta para se manter, convencer, existir. Dentro de um processo, entre conflitos, alternando sons e silêncios, movimentos e pausas, duo e duelo. Dúplice.

Serviço
Espetáculo:                 Dúplice
Atores/dançarinos:      Rodrigo Cruz e Rodrigo Cunha
Dia:                             sábado, 12 de fevereiro de 2011
Hora:                           20 h serviço e 21:30h apresentação
Local:                          Oficina Cultural Geppetto
Contribuição:              R$ 25,00 adultos e R$ 10,00 crianças até 12 anos, inclui pizza, refrigerante, suco e a apresentação
Maiores informações: 3241 8447 – malotufo@gmail.com