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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Homenagem a professor terá participação do grupo Sertão

O professor Dario Nunes, ex-reitor da Universidade Católica de Goiás, será homenageado neste sábado, 30 de abril, pela Oficina Cultural Geppetto. A homenagem será através da realização de um show com o grupo Sertão e pizzada, como é tradição na Geppetto. O professor Dario integrou o Departamento de Filosofia e Teologia da UCG, atual PUC-Goiás, sendo considerado pelo jornalista Washington Novaes uma figura com forte presença política na resistência ao golpe militar na década de 60 e apoio à luta para recuperação dos direitos cassados pela ditadura no Brasil.

foto: Layza Vasconcelos

A parte musical da noite ficará por conta do grupo instrumental Sertão, que surgiu em Goiânia há cerca de 2 anos, formado por Olavo Telles (viola caipira), Luiz Fernando Clímaco (violão), o rabequeiro/violista Jeferson Leite e o percussionista Flavinho Borges. O Sertão faz música instrumental popular com ecos da erudita e influência do Movimento Armorial. No repertório predominam as composições próprias, com algumas interpretações de músicas do cancioneiro popular e regional brasileiro.

O serviço terá início às 20 h e o show às 22 h. Contribuição de R$ 25,00 por pessoa, incluindo o show e as rodadas de pizza.
Programação do mês de Maio:

6 de maio - sexta-feira - Charanga Jazz (quinteto de metais) - caldos – contribuição por pessoa: R$ 15,00
7 de maio - sábado - Pedra do Sal (samba tradicional) - caldos – contribuição por pessoa: R$ 15,00
13 de maio - sexta-feira - Essência (MPB vocal) - pizza – contribuição por pessoa: R$ 25,00
14 de maio - TripTrapo (malabarismo, música e histórias)
19, 20, 21 e 22 de maio - quinta a domingo - 8ª Galhofada - Pequena mostra de teatro na rua


segunda-feira, 25 de abril de 2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Final de semana teve choro e teatro

Fotos: Bernd Marold

A Geppetto apresentou, nos dias 8 e 9 de abril, espetáculos com música e teatro. Tudo isso com a pizza no forno a lenha que já virou uma tradição em Goiânia. O grupo de choro Descendo a Madeira, liderado pelo clarinetista/saxofonista Zé do Choro, foi a atração da sexta-feira, dia 8/4.








No sábado, dia 9/4, foi a vez da Cia Teatral Novo Ato, com a peça "Duas Irmãs Noutro Final", com textos de Carlos Brandão.










segunda-feira, 11 de abril de 2011

Violão e percussão em grande estilo

O final de semana dos dias 8 e 9 de abril, na Geppetto, foi dedicado a violonistas e percussionistas. Na sexta, dia 8, Danilo Verano e Diego Amaral foram muito aplaudidos executando choro, samba e mpb em geral. O público curtiu música e um cardápio com opções de caldos, como tem ocorrido em algumas atividades da Geppetto.
Fotos de Bernd Marold







Arnaldo Freire e Alex Calatayud se apresentaram num sábado bastante chuvoso, o que acabou se tornando um grande teste para a Oficina Cultural Geppetto. Mesmo com água por todos os lados, público e artistas não se abalaram, e com ótimo astral, bom humor e compreensão deram um show coletivo. Música com profissionais de altíssimo nível, público caloroso e... um espetáculo.






quarta-feira, 6 de abril de 2011

Novo Ato une teatro, música e poesia




A Cia Novo Ato traz ao palco da Oficina Cultural Geppetto, neste sábado (9/abril), o espetáculo "De Duas Irmãs Noutro Final". A peça se divide em três partes, que se confundem e complementam: De Dois, Outro Final e Irmãs. Em cada poema-encenação são explorados elementos diversos. A direção é de Luiz Cláudio, que busca um confronto com o espectador para que este, no contato com o espetáculo, empreenda um processo de autodesenvolvimento e inquietude para que, dessa forma, siga no caminho da procura da verdade de si mesmo.
Nesta obra, a Cia Novo Ato busca o casamento da palavra-poesia escrita para ser música com o teatro. O ritmo é inerente à forma dramática e pode enriquecê-la como nenhuma outra forma.
A poesia-música de Carlos Brandão e seus parceiros enriquece o universo de composições do espetáculo, enchendo o mundo de melodias e tornando a precariedade do ser humano mais fácil de ser vivida. É uma proposta que experimenta uma vertente de estranheza, desconexão dos gestos e, principalmente, explora a dor e as relações humanas.



Serviço

Cia. Novo Ato
Elenco: Marília Ribeiro, Luana Dwik e Nayara Nunes
Texto: Carlos Brandão, em parceria com diversos compositores
Direção: Luiz Cláudio
Dia: 9 de Abril
Horário: 20 h (serviço) / 21h30 (espetáculo)
Local: Oficina Cultural Gepetto - Rua 1013, n.467, Setor Pedro Ludovico, Fone 3241 8447
Contribuição: R$ 25,00 (adultos) e 10 reais (crianças até 12 anos).
O valor inclui pizza, suco, refrigerante e a apresentação.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Nesta sexta tem Descendo a Madeira na Geppetto



Apresentação: Choro e Samba
Data: 8 de abril - sexta
Horário: 20 h (serviço), 21h30 (apresentação)
Local: Oficina Cultural Geppetto - Rua 1013, n.467, Setor Pedro Ludovico, Fone 32418447
Contribuição: R$ 25,00 (adultos) e R$ 10 reais (crianças até 12 anos).
O valor inclui pizza, suco, refrigerante e a apresentação

O grupo Descendo a Madeira é um quinteto formado em meados do ano de 2010 que tem como objetivo a pesquisa e divulgação do repertório de choro e gêneros musicais afins. Em sua formação, é integrado por José Reis de Geus “Zé do Choro” (clarineta/ saxofone e cavaquinho), Leandro Gomes (cavaquinho), Alan Kardec de Oliveira Nóbrega (violão), João Fernandes da Silva Neto (violão de 7 cordas) e Henry Francisco (pandeiro), músicos que se dedicam à pesquisa, performance e divulgação do choro através de recitais didáticos e apresentações artísticas em palestras, congressos, eventos em casas de espetáculo e particulares.
Em sua atuação, resgata o repertório de compositores brasileiros renomados a exemplo de Pixinguinha (1898-1973), Abel Ferreira (1915-1980), Garoto (Aníbal dos Santos Sardinha 1915-1955), Jacob do Bandolim (Jacob Pick Bittencourt 1918-1969), K-Ximbinho (Sebastião de Barros 1917-1980), Waldir Azevedo (1923-1980), Luiz Americano (1900-1960), dentre outros, sendo executado através de uma formação instrumental dos chamados conjuntos regionais, amplamente disseminados durante a Era do Rádio (1930-1945).